O amanhã é imaginável, previsível e simples. Quem o torna tão diferente, curioso e ilógico somos nós. Nós somos a chave para o descobrimento, para a realização, somos a chave para tudo, enquanto o amanha é uma porta. O Senhor do Amanhã é a chave para diferentes portas, diferentes maneiras do amanhã.
Libertar-se do ontem, desencadear-se do que te faz mal, é amar a si mais do que os outros. E há erro nisso? Logicamente não, mas quem liga para a lógica das coisas? A prisão, por pior que for, será mais confortável que o melhor pensamento sobre o amanhã. Do que adianta libertar-se e ainda assim não libertar-se errar? Viva o amanhã, repense no hoje, enfrente o ontem. Seja o Senhor do Amanhã também.
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